Que há hoje?
Dedicado à pequena e grande aldeia de Amoinha Nova, concelho de Valpaços
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Cabaças nascidas da "curjidade"
São da Virgínia!
Obrigada amiga pela oferta. Faremos um bom doce com esta.
É preciso dizer-se que ela tem mais noutra terra ali atrás. Estas nasceram da "curjidade". Significa que, segundo nos disse a Virgínia, o Zé Manel deitou ali esterco que trazia sementes de cabaça e portanto nasceram do acaso.
Obrigada amiga pela oferta. Faremos um bom doce com esta.
É preciso dizer-se que ela tem mais noutra terra ali atrás. Estas nasceram da "curjidade". Significa que, segundo nos disse a Virgínia, o Zé Manel deitou ali esterco que trazia sementes de cabaça e portanto nasceram do acaso.
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Regresso de "ós Pinheiros"
Mas, ai Amoinha Nova! Aqui tudo é permitido, até mesmo pedir boleia com paragem para topar o caneco das amoras recolhidas.
Olhem que até o Joãozinho achou piada às brincadeiras inocentes da Lidinha, aquele que a esta hora já voará até à Suiça, seu país de acolhimento.
Boa viagem, Joãozinho! Dá beijinhos aos teus padrinhos.
"Ós Pinheiros" há muitas amoras - fomos até lá!
A Lidinha ansiava por umas boas amoras, das silvestres, claro.
Então lá fomos, ali pela rua de trás, onde mora o Berto.
O pequeno Joãozinho, que ficou na aldeia por mais uns dias antes de viajar até à Suiça, parece que era hoje que tomava o avião, onde ficará até às próximas férias, vinha de bicicleta em sentido contrário ao nosso, a casa dos avós, (a Dª Armanda e Sr.António) fazer algum recado.
_ Ó João, tu onde vais?
_ Vou buscar ali uma coisa!
Esperamos um cibito ali a tirar umas fotos ao milho do João e lá regressou ele todo contente. Iria ter companhia até "ós pinheiros", local onde o seu avô andava a arreigar tamaninas batatas num terreno que é seu, claro. Digo tamanitas, porque quando apanhar no próximo Sábado as do Bloural, isso será outra tarefa maior...acho eu bah. Parecem-me batatas que não mais acabam. Ouvi dizer que apanhar só um rego, leva aí uma hora ...eu nem sei se a Bruna me disse uma ou até duas horas, e não farão tudo num dia só. Oh, mas eles têm máquinas pra tudo, se calha, nem saberão dar uso às velhinhas enxadas, mas para a apanha no Bloural ainda tem de ser à mão, porque a terra tem muita pedra, que estragaria a máquina da apanha, isto estou aqui a magicar, eu...
Mas, meus amigos, aprende-se muito na aldeia!
O Osvaldo disse que, pra bem, devem-se apanhar quando não está muito calor, porque pode-se dar o caso de apodrecerem nos armazéns. Se levarem assim uma chuvinha nas orelhas, melhor é.
O céu, como se pode ver, ameaça chuva e trovoada, o que veio mesmo a acontecer, na madrugada de Domingo. Chovia que Deus a dava, a canecos e púcaros dos grandes, e a água descia pela aldeia abaixo levando na sua força, tudo o que encontrava...
Então lá fomos, ali pela rua de trás, onde mora o Berto.
O pequeno Joãozinho, que ficou na aldeia por mais uns dias antes de viajar até à Suiça, parece que era hoje que tomava o avião, onde ficará até às próximas férias, vinha de bicicleta em sentido contrário ao nosso, a casa dos avós, (a Dª Armanda e Sr.António) fazer algum recado.
_ Ó João, tu onde vais?
_ Vou buscar ali uma coisa!
Esperamos um cibito ali a tirar umas fotos ao milho do João e lá regressou ele todo contente. Iria ter companhia até "ós pinheiros", local onde o seu avô andava a arreigar tamaninas batatas num terreno que é seu, claro. Digo tamanitas, porque quando apanhar no próximo Sábado as do Bloural, isso será outra tarefa maior...acho eu bah. Parecem-me batatas que não mais acabam. Ouvi dizer que apanhar só um rego, leva aí uma hora ...eu nem sei se a Bruna me disse uma ou até duas horas, e não farão tudo num dia só. Oh, mas eles têm máquinas pra tudo, se calha, nem saberão dar uso às velhinhas enxadas, mas para a apanha no Bloural ainda tem de ser à mão, porque a terra tem muita pedra, que estragaria a máquina da apanha, isto estou aqui a magicar, eu...
Mas, meus amigos, aprende-se muito na aldeia!
O Osvaldo disse que, pra bem, devem-se apanhar quando não está muito calor, porque pode-se dar o caso de apodrecerem nos armazéns. Se levarem assim uma chuvinha nas orelhas, melhor é.
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
"Amigos de Chaves" na Festa da Amoinha
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Encontro de andorinhas de Amoinha Nova
Era bem cedo, mas já o Sol apertava, não apresentando convite para um passeio pelas ruas desertas, agora, da nossa querida aldeia.
Botei os olhos ao céu, o suficiente para ouvir as lamentações das lindas criaturas poisadas nos fios eléctricos, ali no cruzamento da Travessa Moreiras com a 25 de Abril. Acho que escolheram este local porque saberiam que alguém as ouviria... não se via ninguém pela aldeia abaixo e acima.
Pus-me à escuta, então!
Além de assuntos de circunstância - das suas vidas privadas - que eu não vou repetir aqui, lamentavam as mudanças de clima e o silêncio na aldeia, depois da Festa.
E foi este assunto que mais as entristeceu. Adoraram ouvir as crianças nas bicicletas abaixo e acima, apreciaram as motas dentro da aldeia a bufar por todos os orifícios que tinham , o Grupo de Concertinas - Os Amigos de Chaves, que mostrou os seus talentos, a Concertina do nosso pequeno Filipe, as exibições do burreco do amigo Eurico, a carroça do Berto repleta de familiares, o tractor dos Taveiras, também com a família a desfrutar dos sorrisos de todos os que olhavam, espantados, da Procissão, do evento Motocross no Prado de Cima...do baile...oh...Programa bonito!
- E agora também nós, temos de ir embora! - choramingavam elas, as andorinhas.
Botei os olhos ao céu, o suficiente para ouvir as lamentações das lindas criaturas poisadas nos fios eléctricos, ali no cruzamento da Travessa Moreiras com a 25 de Abril. Acho que escolheram este local porque saberiam que alguém as ouviria... não se via ninguém pela aldeia abaixo e acima.
Pus-me à escuta, então!
Além de assuntos de circunstância - das suas vidas privadas - que eu não vou repetir aqui, lamentavam as mudanças de clima e o silêncio na aldeia, depois da Festa.
E foi este assunto que mais as entristeceu. Adoraram ouvir as crianças nas bicicletas abaixo e acima, apreciaram as motas dentro da aldeia a bufar por todos os orifícios que tinham , o Grupo de Concertinas - Os Amigos de Chaves, que mostrou os seus talentos, a Concertina do nosso pequeno Filipe, as exibições do burreco do amigo Eurico, a carroça do Berto repleta de familiares, o tractor dos Taveiras, também com a família a desfrutar dos sorrisos de todos os que olhavam, espantados, da Procissão, do evento Motocross no Prado de Cima...do baile...oh...Programa bonito!
terça-feira, 2 de setembro de 2014
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